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| Fotos divulgação |
sexta-feira, 30 de outubro de 2020
Casa Ronald McDonald Belém realizará Feira Gastronômica do Bem e terá pratos com ingredientes paraenses.
quarta-feira, 21 de outubro de 2020
"Atentado político" tenta calar a voz da Arucará FM em Portel, Marajó.
A Rádio Comunitária funciona há 20 anos, tem outorga do Ministério das Comunicações e era a única a transmitir o horário político eleitoral
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| Fotos: Semone Silva |
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| Fotos: Semone Silva |
Ao tomar conhecimento do ocorrido, o senador Paulo Rocha (PT/PA) pediu providências às autoridades contra o que ele considera “um ataque à democracia” e uma “tentativa de calar à população” já que a programação da Rádio Arucará prioriza a discussão e o debate dos problemas da população ribeirinha.
A direção da emissora registrou Boletim de Ocorrência e encaminhou cópia do B.O ao Excelentíssimo Sr. Lucas Quintanilha Furlan, juiz eleitoral responsável pelo Cartório Eleitoral da 044ª Zona Eleitoral - Portel, comunicando a impossibilidade de transmissão do programa autorizado pelo Tribunal Regional Eleitoral.
segunda-feira, 12 de outubro de 2020
Arco-íris duplo. Os clics e o olhar de fé e esperança de jornalistas no dia do Círio de Belém.
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| Foto: Rosana Pinto |
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| Foto: Carol Pombo |
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| Fotos: Fernanda Scaramuzzini |
quinta-feira, 1 de outubro de 2020
II Edição do Escalando o Futuro acontecerá nesta quinta-feira (01.10) as 18h.
sexta-feira, 18 de setembro de 2020
McDonald’s anuncia a remoção de corantes e aromatizantes artificiais de ingredientes
Rede investe em pesquisa para reformular diversos itens do cardápio, priorizando aditivos de origem natural
A Arcos Dorados, maior franquia independente do McDonald's no mundo e que opera a marca em 20 países da América Latina e Caribe, anuncia a eliminação de corantes e aromatizantes artificiais de seus principais ingredientes. A empresa substituiu parte desses aditivos por opções de origem natural em sua cadeia produtiva, iniciativa que reafirma seu compromisso de sempre buscar novas soluções para inovar e satisfazer as demandas de seus clientes.
"Na Arcos Dorados, como líderes do setor, sempre buscamos evoluir nosso cardápio, mantendo o delicioso sabor de nossos produtos e garantindo a segurança do alimento. Após extensa pesquisa e avanços consideráveis, temos orgulho de anunciar a remoção de alguns ingredientes artificiais que antes eram necessários na produção em larga escala. Essas substituições são resultado de muitos testes e grandes mudanças nos processos produtivos", destaca Paulo Camargo, presidente do McDonald’s Brasil.
Ao longo dos últimos anos, a empresa trabalhou em conjunto com mais de 90 de seus fornecedores em toda América Latina e Caribe, sendo 15 no Brasil, para retirar aromatizantes artificiais de ingredientes como Mix de Baunilha, Molho Big Mac, Molho Ranch e Mostarda, além da remoção de corantes e aromatizantes artificiais do Queijo Cheddar (em fatia) e do Molho Barbecue. As mudanças afetam diretamente produtos como Big Mac, Cheeseburger e Quarterão, cujos pães já não possuíam nenhum destes aditivos artificiais, assim como o Molho Agridoce, Molho Caipira, Ketchup, Picles e Chicken McNuggets.
De acordo com pesquisa realizada pela Globescan*, no Brasil, uma das principais demandas dos consumidores em relação ao McDonald’s seria a redução de ingredientes artificiais em seus produtos.
“Como a maior rede de fast-food do Brasil, temos o papel de influenciar positivamente toda a cadeia e essa iniciativa, em parceria com nossos fornecedores, vai ao encontro do compromisso de continuar oferecendo produtos de alta qualidade e que estejam alinhados aos desejos das pessoas”, destaca Ives Uliana, Diretor de Supply Chain da Divisão Brasil da Arcos Dorados.
Evolução alimentar
Ao longo dos anos, a Arcos Dorados manteve seu compromisso com a qualidade e origem de seus alimentos. Por isso, trabalha com os melhores fornecedores de cada área, desenvolvendo processos produtivos que garantam a segurança do alimento e os mais altos padrões do setor e investindo de forma consistente em pesquisa e inovação.
Além de sempre oferecer carne 100% bovina, sem aditivos ou conservantes, a empresa foi pioneira no segmento ao eliminar gorduras trans adicionadas em seus principais produtos em 2007. Nos últimos anos, promoveu mudanças importantes no cardápio infantil como a incorporação de frutas e hortaliças e ajustes nutricionais. Em agosto do ano passado, anunciou reduções significativas de sódio, gordura e calorias; bem como a redução do açúcar adicionado nos produtos do McLanche Feliz, fazendo com que os combos atualmente sugeridos nesta plataforma não possuam corantes e aromatizantes artificiais.
Com esse movimento de remoção, a marca dá mais um importante passo para reforçar seu propósito de gerar momentos únicos e sempre ouvir as necessidades e expectativas de seus clientes.
*Pesquisa realizada em novembro de 2019 sobre uma amostra de 1.000 respondentes, no Brasil.
ONU: povos indígenas são essenciais para preservação global
A preservação da cultura dos povos originários passa pela conservação da biodiversidade ambiental e alimentar.
O clima está mais quente em todo o País, seja no inverno sulista ou no verão amazônico, as temperaturas se aproximam, cada vez mais, dos índices registrados em regiões desérticas. O aquecimento global é uma realidade que todos sentem, e o conhecimento e as práticas indígenas, realizadas há séculos, são uma das saídas, segundo o relatório da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO ONU).
Registra o documento que quase 30% da superfície terrestre, incluindo áreas florestais intactas e biodiversas, é gerenciada por povos nativos, famílias, pequenos proprietários e outras comunidades locais. Essas terras indígenas, cada vez mais, têm um papel estratégico na proteção da diversidade e dos recursos naturais. Bom exemplo disso é a forma como essas populações nativas conseguem harmonizar o cultivo de alimentos à biodiversidade sem comprometer ou prejudicar seus ciclos naturalmente renováveis.
Apenas no estado do Pará, 39 etnias vivem nesses termos e se põem como parceiras essenciais na preservação do bioma amazônico, a exemplo dos Parakanãs, Xikrins, Jurunas e Caiapós. A esses povos não faltam vivência e unidade, demonstrações do quanto são anacrônicos e predatórios os atos de destruição desse ecossistema em prol de argumentos meramente econômico e extrativista.
Eduardo Barnes, coordenador de gestão territorial da The Nature Conservancy (TNC), destaca a importância e a diversidade dos ensinamentos indígenas. “São cerca de cinco mil pessoas vivendo em aldeias no sul do Pará. A força dessa diversidade cultural não está apenas nos diferentes nomes dos rios, peixes e pássaros, esses povos indígenas sabem viver e produzir na floresta. Eles fazem do seu habitat um lugar fértil para o desenvolvimento de uma economia diferenciada, forte e sustentável, trazendo benefícios para a melhora da qualidade da água, da fauna e da flora da região”.
Exemplos disso, os povos Xikrin e Parakanã, do médio Xingu, são muito bem-sucedidos na coleta sustentável de castanha do Pará, cumaru e copaíba, além de produzir óleo de babaçu e artesanato com matéria-prima da floresta.
Integrante da Associação Floresta Protegida, com sede em Tucumã/PA, Bepnhoti Atydjare, indígena Mẽbêngôkre, explica como é importante o diálogo e aprendizado com diferentes populações para a geração de renda. “Mantemos as nossas relações com as tecnologias e linguagens de outros povos. A nossa tradição contempla essa incorporação de novas estruturas e também podemos criar acampamentos temporários em lugares onde encontramos oportunidades. Estamos sempre em movimento”, diz.
A versatilidade dos povos ancestrais também é um manancial de soluções sustentáveis para enfrentar eventos climáticos extremos. Procedimentos históricos e comprovados, como criar terraços para evitar a erosão do solo ou jardins flutuantes para fazer uso de campos inundados, reforçam a sofisticação das suas técnicas.
Biodiversidade e mapeamento
Recente estudo da FAO aponta que apesar de abranger apenas 28% da área terrestre do planeta, as comunidades indígenas tradicionais preservam 80% de toda a biodiversidade do mundo. Dois anos de mapeamento do Global Safety Net, projeto internacional que indica áreas com demandas urgentes de preservação no mundo, indicam que 50,4% do planeta possa ser preservado por ações de populações indígenas.
Sem a conservação dos diferentes biomas, os riscos não são apenas climáticos, mas alimentares: a biodiversidade é fundamental para a segurança e variedade. Como muitos povos indígenas vivem em ambientes restritos e com escassos recursos, desenvolveram, ao longo do tempo, culturas que se adaptam e priorizam o cultivo de espécies nativas mais resistentes à seca, altitude, inundações e a outras situações desfavoráveis.
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Sobre a campanha Floresta sem fogo
A campanha Floresta Sem Fogo mostra alternativas bem-sucedidas para o manejo de áreas produtivas sem uso do fogo. Existem opções mais vantajosas para o produtor rural, com referências de experiências já testadas e comprovadas na região, com base científica e respeitando e compreendendo as diversas abordagens para produção econômica e conservação da natureza na Amazônia.
Atua diretamente em 5 municípios polo da região sul do estado do Pará, com base em dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais sobre algumas das regiões mais afetadas pelos incêndios florestais que degradaram vegetação nativa no ano de 2019. O polígono é formado pelos municípios de Altamira, São Félix do Xingu, Senador José Porfírio, Anapú e Tucumã. Juntos, os 5 municípios somam mais de 27 mil hectares.
Fonte: Gaby Comunicação
quinta-feira, 17 de setembro de 2020
Setembro Dourado: mês de combate ao câncer infantojuvenil
A Confederação Nacional das Instituições de Apoio e Assistência à Criança e ao Adolescente com Câncer – CONIACC realiza a campanha Setembro Dourado durante todo este mês, período conhecido e dedicado às ações de alerta sobre os sinais e sintomas do câncer infantojuvenil.No intuito de alertar a população e combater o câncer infantojuvenil no Brasil, a CONIACC congrega 47 filiadas espalhadas por todo o país. Além de alertar para os sintomas da doença, as ações do Setembro Dourado tencionam diminuir a taxa de mortalidade, ressaltando a relevância do diagnóstico precoce e o tratamento prévio como fatores essenciais para a cura.De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), no Brasil, o câncer já representa a primeira causa de morte (8% do total) por doença entre crianças e adolescentes de 1 a 19 anos. Com o diagnóstico precoce, em torno de 80% desses pacientes poderão ser tratados adequadamente com a doença ainda no início. Apesar dos dados, segundo a Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica – SOBOPE, a taxa de cura ainda é insuficiente mediante a descoberta tardia.Alerta aos sinais e sintomas- Palidez progressiva; sangramentos ou manchas roxas sem relação com traumas; febre prolongada sem causa definida; vômitos e dores de cabeça persistentes, principalmente pela manhã; alteração da marcha ou da visão ou diminuição da força em pernas ou braços; caroços em qualquer lugar do corpo; ínguas; dores no corpo que não passam e atrapalham as atividades das crianças e brilho branco nos olhos quando a criança sai em fotografia com flash.“Nosso maior objetivo é envolver todas as instituições filiadas da CONIACC, que buscam amplificar a cultura da prevenção do câncer infantojuvenil. Quanto mais cedo o câncer for diagnosticado, maior é a chance de cura. Nossa principal bandeira é divulgar os sinais de sintomas e transformar isso numa cultura, na qual a sociedade saiba que pode curar seus filhos da forma mais rápida possível através do diagnóstico precoce e, principalmente, que o câncer infantojuvenil é um problema de todos”, declara Rilder Campos, presidente da CONIACC.Casa Ronald McDonald BelémNo Pará, a filiada que está divulgando a campanha é a Casa Ronald McDonald Belém, instituição sem fins lucrativos, que acolhe crianças e adolescentes com câncer oriundos dos interiores do Pará e de estados vizinhos para tratamento no Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo, na capital paraense. Antes, muitos destes pacientes não aderiam ao tratamento oferecido apenas na capital paraense pelos custos de estadias. E por isso, a Casa Ronald McDonald Belém oferece gratuitamente hospedagem, alimentação, transporte e suporte psicossocial."O setembro Dourado é um mês muito importante para nossa instituição, Casa Ronald McDonald Belém, que acolhe crianças e adolescentes com câncer. Lidamos com essas crianças e acompanhamos o tratamento de cada uma. Sabemos da importância do diagnóstico precoce e de como é fundamental que os pais estejam atentos aos sinais e sintomas de suas crianças. E é no mês de setembro que várias instituições de todo país se unem para fazer esse alerta”, relatou Raimundo de Vasconcelos, presidente da instituição.Sobre a Casa- A casa possui 35 suítes, hospedando 35 famílias, no total de 3.973 acolhimentos desde sua inauguração, em 2012. São nove salas de convivência, brinquedoteca, auditório, refeitório, sala para oficinas de diversas atividades, além de áreas de cunho administrativo.Setembro Dourado na Pandemia- Antes da pandemia, a maioria dos eventos de divulgação da Casa Ronald Mc Donald Belém eram presenciais, como a exposição de fotografia do ano passado, em uns dos shoppings de Belém. Hoje, a campanha está sendo online, através das redes sociais da Casa Ronald McDonald Belém.ServiçosCasa Ronald McDonald BelémRedes Sociais: @casaronaldmcdonaldbelemContato para doações: (91) 3281-5130













