sexta-feira, 30 de outubro de 2020

Casa Ronald McDonald Belém realizará Feira Gastronômica do Bem e terá pratos com ingredientes paraenses.

A feira vai destacar a culinária paraense e o apoio à Casa Ronald McDonald Belém, que acolhe crianças e adolescentes com câncer.

Fotos divulgação

A Casa Ronald McDonald Belém realizará dia 31 de outubro no Shopping Bosque Grão Pará, localizado na capital paraense, a 2ª Feira Gastronômica do Bem que contará com a presença de 15 chefs apresentando pratos feitos com ingredientes paraenses. 

O evento faz parte da maior campanha da Instituição, o Mc Dia Feliz. e tem como objetivo arrecadar recursos para a sustentabilidade da Casa Ronald McDonald Belém. Durante a Feira Gastronômica do Bem, alguns Chefs de Cozinha oferecerão um prato de sua autoria para ser comercializado no local a preço único de R$ 20,00 e os demais farão aula-show, também no valor de R$ 20,00.

Há apenas 30 vagas para as aulas-show e as compras os ingressos poderão ser feitas por plataforma digital (https://www.sympla.com.br/2-feira-gastronomica-do-bem__1028337) ou no dia do evento.

“A primeira edição da Feira Gastronômica do Bem foi um sucesso. Por isso, estamos com a expectativa elevada neste ano, já que ação faz parte da programação do McDia Feliz e a renda arrecada será utilizada na sustentabilidade da Casa Ronald McDonald Belém em 2021”, Liane Gaby, coordenadora da feira e vice-presidente da Casa Ronald McDonald Belém.


A Casa


A Casa Ronald McDonald Belém (CRM) acolhe crianças e adolescentes – de 0 a 19 anos – que saíram de suas cidades para realizar tratamento contra o câncer no Hospital Infantil Octávio Lobo, em Belém. Atualmente, a instituição comporta 35 pacientes e seus acompanhantes, totalizando 70 hóspedes, os quais recebem cinco alimentações diárias, transporte de ida e volta para o hospital, atendimento psicossocial e materiais de higiene pessoal.


Programação:

Stands

10h às 16h- Chef Ruan Garcia com o prato “Arroz Cabloco”.

10h às 16h- Chef Kenny Nogueira com o prato “Orgulho Vigiense”.

10h às 16h- Chef Walney Setúbal Jr. Com o prato “Pirarucu Parauara”.

10h às 16h-Chef Mariza Almeida com o prato “Charuto de couve e Kibe de forno recheado com queijo búfalo do marajo”.

10h às 16h-Chef Clélio Miranda com o prato “Risoto de Rabada com Jambú”.

16h às 22h- Chef Raul Moreira com o prato “Arroz Paraense”.

16h às 22h- Chef Ana Karina Oliveira com o prato “Churros e Casadinhos de chocolate com morangos”.

16h às 22h- Chef Herlander Andrade com o prato “Pirarucu Amazônico”.

16h às 22h- Chef Isabela Lima com o prato “Panceta Suína com farofa de banana da terra”.

16h Às 22h- Chef Rose Moraes com o prato “Penne,Ragú de Pato e queijo do Marajó”.



Aulas-Show

14h- Chef Isabelal Lima com o prato “Pirarucu de Casaca”

15h- Chef Raul Moreira com o prato “Torta Salgada de Vatapá”

16h- Chef’s Leonardo Modesto e Flávio Souza com os pratos “Baião cremoso com mariscos e farofa de tapioca com açafrão da terra” e “Panna cotta de café”

17h- Chef Ângela Sicilia com o prato “Risoto Amazônico”

18h- Chef Verena Aquino com o prato “Linguini com camarão grelhado e molho de melancia”

19h- Chef Herlander Andrade com o prato “Paella Amazônica”

20h- Chef Walaci Wagner Sodré de Morais com o prato “Ostras gratinadas ao molho de tucupi e chicória”


Programação musical

12h - Felipe kurica

15h - Balada kids

17h - Ewerton Diniz

19h - Júnior Almeida

20h - Mayara Cavalcante


Serviço: 1ª Feira Gastronômica do Bem

Dia: sábado, 31 de outubro de 2020

Hora: 10h – 22h

Local: Shopping Bosque Grão Pará

Pratos e aulas-show: R$20.

Informações: (91) 3081-5130


Colaboração: Elma Asobrab
Fonte: Ascom Casa Ronald McDonald Belém

quarta-feira, 21 de outubro de 2020

"Atentado político" tenta calar a voz da Arucará FM em Portel, Marajó.

  A Rádio Comunitária funciona há 20 anos, tem outorga do Ministério das Comunicações e era a única a transmitir o horário político eleitoral

Fotos: Semone Silva

"Um atentado político". Este foi o parecer preliminar da Polícia Civil (PC) de Portel sobre o ato de vandalismo que a A Rádio Comunitária Arucará sofreu na madrugada da última terça-feira (20.10). Localizada na cidade de Portel, no Arquipélago do Marajó, a 264 km da capital paraense, a Emissora de Rádio foi alvo de invasão e teve seus equipamentos todos destruídos.

As câmeras de segurança, que foram destruídas logo após a invasão, flagraram apenas uma pessoa. O meliante vestia camisa vermelha, calça preta e um boné também na cor preta. Estava encapuzado e descalço.

Conforme Semone Moura da Silva, presidente da Associação Comunitária de Comunicação de Portel, os prejuízos estão estimados em R$30 mil com a perda dos computadores, mesa de áudio, microfones, transmissor, cabos e fios. Porém, o maior dano foi causado à população portelense que ficou privada do direito a informação, afirma Semone.

Fotos: Semone Silva

O invasor pichou as paredes do estúdio com as sigla TD2 e CV, além do nome "Comando Vermelho", porém para a PC esta ação foi para despistar os verdadeiros autores e mandantes do delito, uma vez que a facção criminosa Comando Vermelho não tem histórico de atentado contra emissoras de rádio. Os policiais acreditam que a motivação da ação é política, pelo fato da Rádio Arucará ser a única que transmite o horário eleitoral e que agora está impossibilitada.

Ao tomar conhecimento do ocorrido, o senador Paulo Rocha (PT/PA) pediu providências às autoridades contra o que ele considera “um ataque à democracia” e uma “tentativa de calar à população” já que a programação da Rádio Arucará prioriza a discussão e o debate dos problemas da população ribeirinha.

A direção da emissora registrou Boletim de Ocorrência e encaminhou cópia do B.O ao Excelentíssimo Sr. Lucas Quintanilha Furlan, juiz eleitoral responsável pelo Cartório Eleitoral da 044ª Zona Eleitoral - Portel, comunicando a impossibilidade de transmissão do programa autorizado pelo Tribunal Regional Eleitoral.


Texto: Elma Asobrab

segunda-feira, 12 de outubro de 2020

Arco-íris duplo. Os clics e o olhar de fé e esperança de jornalistas no dia do Círio de Belém.

Segundo especialistas, o Arco-íris duplo é um fenômeno raro e é causado pela ‘dupla reflexão’ dos raios de sol dentro da gota de chuva.

Foto: Rosana Pinto

Foto: Paulinho dos Santos















Se um arco-íris duplo é um fenômeno raro, imagine se ele aparece no dia do Círio de Belém, o primeiro sem procissão, em um ano atípico que o mundo passa por uma pandemia e que o Brasil vive um dos seus piores momentos políticos, cheio de polarização e "potoca news". 

Pois é, este ano de 2020 nos trouxe muitas tristezas. Um desgoverno recheado de retrocessos. Uma pandemia (Covid-19) que ceifou milhares de vidas e como consequência um Círio de Belém sem as tradicionais procissões, sem o mar de gente enfeitando as ruas da capital paraense. A 228ª Edição do Círio de Nazaré, com tema “Ave Maria, cheia de graça”, aconteceu no dia 11.10 de forma virtual através dos Meios de Comunicação da Arquidiocese de Belém. 

O triplo evento possibilitou não apenas lindos clics, registrados através do olhar de alguns jornalistas que estavam em Belém, como a reflexão quanto a esperança e fé em dias melhores.

Foto: Carol Pombo

A jornalista Esperança Bessa diz que o arco-íris é a síntese deste Círio. Ele trouxe além da beleza, um significado puro, quase ingênuo, de que há um pote de ouro no fim de tudo. Uma mensagem e tanto nesses tempos que vivemos de tanto medo, doença, morte, desemprego, fome, desesperança. Um Círio em que a gente não viu a Santa, mas que ela mostrou que está lá em cima olhando por nós, complementa. Em resposta à Esperança, a também jornalista Tâmara Monteiro diz que, o arco-íris duplo significa esperança. Sem trocadilhos, afirma. 😉

Fotos: Fernanda Scaramuzzini


Já Dani Franco faz uma análise mais cheia de religiosidade. "Na verdade, o real significado do arco-íris é a aliança de Deus com os homens. O primeiro arco-íris surgiu após o dilúvio universal como uma provas de Deus de que não enviaria um novo dilúvio na Terra. Eu sinto isso nesse arco-íris duplo da Basílica, da cidade. A aliança superior de que, mesmo sem a imagem, a presença divina continua em Belém", explana a jornalista.


Foto: Tâmara Monteiro


Foto: Vlad Cunha

O arco-íris duplo pôde ser visto de vários ângulos da cidade de Belém.  

Texto: Elma Asobrab




quinta-feira, 1 de outubro de 2020

II Edição do Escalando o Futuro acontecerá nesta quinta-feira (01.10) as 18h.

O evento será 100% online e abrangerá universitários de todo os estados brasileiros.


O projeto é uma parceria entre o McDonalds e a Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje) e tem como objetivo descobrir, dar oportunidade e impulsionar futuros jovens talentos da comunicação no país.

O programa é inspirado na iniciativa McHistórias, um livro digital que reúne diversas histórias do Mundo McDonalds. A primeira edição, que aconteceu em 2019, reuniu estudantes universitários apenas de dois estados, São Paulo e Rio de Janeiro. Na edição de 2020, universitários de todo o país poderão se inscrever.

Durante a live, será possível tirar dúvidas sobre como participar do programa, que oferece capacitação na área de Comunicação e prêmio final de R$ 4 mil. 50 participantes serão selecionados e terão a oportunidade de aprender com grandes nomes da comunicação. 

O Escalando o Futuro é um programa destinado aos funcionários do McDonalds, que tenha entre 18 e 26 anos de idade completos até o dia 08 de outubro de 2020, data em que encerram as inscrições ou alunos de graduação da mesma faixa etária que estejam regularmente matriculados em Instituições credenciadas pelo MEC. Os participantes devem residir em território nacional.

No final do processo, os três melhores trabalhos receberão um prêmio de R$ 4 mil e terão a chances de ser produzido com apoio do McDonald’s.

Serviço: 

Para assistir a live tem que fazer a inscrição com antecedência pelo site:





Texto: Elma Asobrab

sexta-feira, 18 de setembro de 2020

McDonald’s anuncia a remoção de corantes e aromatizantes artificiais de ingredientes

Rede investe em pesquisa para reformular diversos itens do cardápio, priorizando aditivos de origem natural


A Arcos Dorados, maior franquia independente do McDonald's no mundo e que opera a marca em 20 países da América Latina e Caribe, anuncia a eliminação de corantes e aromatizantes artificiais de seus principais ingredientes. A empresa substituiu parte desses aditivos por opções de origem natural em sua cadeia produtiva, iniciativa que reafirma seu compromisso de sempre buscar novas soluções para inovar e satisfazer as demandas de seus clientes.

"Na Arcos Dorados, como líderes do setor, sempre buscamos evoluir nosso cardápio, mantendo o delicioso sabor de nossos produtos e garantindo a segurança do alimento. Após extensa pesquisa e avanços consideráveis, temos orgulho de anunciar a remoção de alguns ingredientes artificiais que antes eram necessários na produção em larga escala. Essas substituições são resultado de muitos testes e grandes mudanças nos processos produtivos", destaca Paulo Camargo, presidente do McDonald’s Brasil.

Ao longo dos últimos anos, a empresa trabalhou em conjunto com mais de 90 de seus fornecedores em toda América Latina e Caribe, sendo 15 no Brasil, para retirar aromatizantes artificiais de ingredientes como Mix de Baunilha, Molho Big Mac, Molho Ranch e Mostarda, além da remoção de corantes e aromatizantes artificiais do Queijo Cheddar (em fatia) e do Molho Barbecue. As mudanças afetam diretamente produtos como Big Mac, Cheeseburger e Quarterão, cujos pães já não possuíam nenhum destes aditivos artificiais, assim como o Molho Agridoce, Molho Caipira, Ketchup, Picles e Chicken McNuggets.

De acordo com pesquisa realizada pela Globescan*, no Brasil, uma das principais demandas dos consumidores em relação ao McDonald’s seria a redução de ingredientes artificiais em seus produtos. 

“Como a maior rede de fast-food do Brasil, temos o papel de influenciar positivamente toda a cadeia e essa iniciativa, em parceria com nossos fornecedores, vai ao encontro do compromisso de continuar oferecendo produtos de alta qualidade e que estejam alinhados aos desejos das pessoas”, destaca Ives Uliana, Diretor de Supply Chain da Divisão Brasil da Arcos Dorados.

Evolução alimentar

Ao longo dos anos, a Arcos Dorados manteve seu compromisso com a qualidade e origem de seus alimentos. Por isso, trabalha com os melhores fornecedores de cada área, desenvolvendo processos produtivos que garantam a segurança do alimento e os mais altos padrões do setor e investindo de forma consistente em pesquisa e inovação.

Além de sempre oferecer carne 100% bovina, sem aditivos ou conservantes, a empresa foi pioneira no segmento ao eliminar gorduras trans adicionadas em seus principais produtos em 2007. Nos últimos anos, promoveu mudanças importantes no cardápio infantil como a incorporação de frutas e hortaliças e ajustes nutricionais. Em agosto do ano passado, anunciou reduções significativas de sódio, gordura e calorias; bem como a redução do açúcar adicionado nos produtos do McLanche Feliz, fazendo com que os combos atualmente sugeridos nesta plataforma não possuam corantes e aromatizantes artificiais.

Com esse movimento de remoção, a marca dá mais um importante passo para reforçar seu propósito de gerar momentos únicos e sempre ouvir as necessidades e expectativas de seus clientes.

*Pesquisa realizada em novembro de 2019 sobre uma amostra de 1.000 respondentes, no Brasil.

ONU: povos indígenas são essenciais para preservação global

A preservação da cultura dos povos originários passa pela conservação da biodiversidade ambiental e alimentar.


O clima está mais quente em todo o País, seja no inverno sulista ou no verão amazônico, as temperaturas se aproximam, cada vez mais, dos índices registrados em regiões desérticas. O aquecimento global é uma realidade que todos sentem, e o conhecimento e as práticas indígenas, realizadas há séculos, são uma das saídas, segundo o relatório da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO ONU).

Registra o documento que quase 30% da superfície terrestre, incluindo áreas florestais intactas e biodiversas, é gerenciada por povos nativos, famílias, pequenos proprietários e outras comunidades locais. Essas terras indígenas, cada vez mais, têm um papel estratégico na proteção da diversidade e dos recursos naturais. Bom exemplo disso é a forma como essas populações nativas conseguem harmonizar o cultivo de alimentos à biodiversidade sem comprometer ou prejudicar seus ciclos naturalmente renováveis.

Apenas no estado do Pará, 39 etnias vivem nesses termos e se põem como parceiras essenciais na preservação do bioma amazônico, a exemplo dos Parakanãs, Xikrins, Jurunas e Caiapós. A esses povos não faltam vivência e unidade, demonstrações do quanto são anacrônicos e predatórios os atos de destruição desse ecossistema em prol de argumentos meramente econômico e extrativista.

Eduardo Barnes, coordenador de gestão territorial da The Nature Conservancy (TNC), destaca a importância e a diversidade dos ensinamentos indígenas. “São cerca de cinco mil pessoas vivendo em aldeias no sul do Pará. A força dessa diversidade cultural não está apenas nos diferentes nomes dos rios, peixes e pássaros, esses povos indígenas sabem viver e produzir na floresta. Eles fazem do seu habitat um lugar fértil para o desenvolvimento de uma economia diferenciada, forte e sustentável, trazendo benefícios para a melhora da qualidade da água, da fauna e da flora da região”.

Exemplos disso, os povos Xikrin e Parakanã, do médio Xingu, são muito bem-sucedidos na coleta sustentável de castanha do Pará, cumaru e copaíba, além de produzir óleo de babaçu e artesanato com matéria-prima da floresta.

Integrante da Associação Floresta Protegida, com sede em Tucumã/PA, Bepnhoti Atydjare, indígena Mẽbêngôkre, explica como é importante o diálogo e aprendizado com diferentes populações para a geração de renda. “Mantemos as nossas relações com as tecnologias e linguagens de outros povos. A nossa tradição contempla essa incorporação de novas estruturas e também podemos criar acampamentos temporários em lugares onde encontramos oportunidades. Estamos sempre em movimento”, diz.

A versatilidade dos povos ancestrais também é um manancial de soluções sustentáveis para enfrentar eventos climáticos extremos. Procedimentos históricos e comprovados, como criar terraços para evitar a erosão do solo ou jardins flutuantes para fazer uso de campos inundados, reforçam a sofisticação das suas técnicas.

Biodiversidade e mapeamento

Recente estudo da FAO aponta que apesar de abranger apenas 28% da área terrestre do planeta, as comunidades indígenas tradicionais preservam 80% de toda a biodiversidade do mundo. Dois anos de mapeamento do Global Safety Net, projeto internacional que indica áreas com demandas urgentes de preservação no mundo, indicam que 50,4% do planeta possa ser preservado por ações de populações indígenas.

Sem a conservação dos diferentes biomas, os riscos não são apenas climáticos, mas alimentares: a biodiversidade é fundamental para a segurança e variedade. Como muitos povos indígenas vivem em ambientes restritos e com escassos recursos, desenvolveram, ao longo do tempo, culturas que se adaptam e priorizam o cultivo de espécies nativas mais resistentes à seca, altitude, inundações e a outras situações desfavoráveis.
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Sobre a campanha Floresta sem fogo
A campanha Floresta Sem Fogo mostra alternativas bem-sucedidas para o manejo de áreas produtivas sem uso do fogo. Existem opções mais vantajosas para o produtor rural, com referências de experiências já testadas e comprovadas na região, com base científica e respeitando e compreendendo as diversas abordagens para produção econômica e conservação da natureza na Amazônia.

Atua diretamente em 5 municípios polo da região sul do estado do Pará, com base em dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais sobre algumas das regiões mais afetadas pelos incêndios florestais que degradaram vegetação nativa no ano de 2019. O polígono é formado pelos municípios de Altamira, São Félix do Xingu, Senador José Porfírio, Anapú e Tucumã. Juntos, os 5 municípios somam mais de 27 mil hectares.

Fonte: Gaby Comunicação 

quinta-feira, 17 de setembro de 2020

Setembro Dourado: mês de combate ao câncer infantojuvenil



A Confederação Nacional das Instituições de Apoio e Assistência à Criança e ao Adolescente com Câncer – CONIACC realiza a campanha Setembro Dourado durante todo este mês, período conhecido e dedicado às ações de alerta sobre os sinais e sintomas do câncer infantojuvenil.
 
No intuito de alertar a população e combater o câncer infantojuvenil no Brasil, a CONIACC congrega 47 filiadas espalhadas por todo o país. Além de alertar para os sintomas da doença, as ações do Setembro Dourado tencionam diminuir a taxa de mortalidade, ressaltando a relevância do diagnóstico precoce e o tratamento prévio como fatores essenciais para a cura.

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), no Brasil, o câncer já representa a primeira causa de morte (8% do total) por doença entre crianças e adolescentes de 1 a 19 anos. Com o diagnóstico precoce, em torno de 80% desses pacientes poderão ser tratados adequadamente com a doença ainda no início. Apesar dos dados, segundo a Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica – SOBOPE, a taxa de cura ainda é insuficiente mediante a descoberta tardia.

Alerta aos sinais e sintomas-  Palidez progressiva; sangramentos ou manchas roxas sem relação com traumas; febre prolongada sem causa definida; vômitos e dores de cabeça persistentes, principalmente pela manhã; alteração da marcha ou da visão ou diminuição da força em pernas ou braços; caroços em qualquer lugar do corpo; ínguas; dores no corpo que não passam e atrapalham as atividades das crianças e brilho branco nos olhos quando a criança sai em fotografia com flash.

“Nosso maior objetivo é envolver todas as instituições filiadas da CONIACC, que buscam amplificar a cultura da prevenção do câncer infantojuvenil. Quanto mais cedo o câncer for diagnosticado, maior é a chance de cura. Nossa principal bandeira é divulgar os sinais de sintomas e transformar isso numa cultura, na qual a sociedade saiba que pode curar seus filhos da forma mais rápida possível através do diagnóstico precoce e, principalmente, que o câncer infantojuvenil é um problema de todos”, declara Rilder Campos, presidente da CONIACC.

Casa Ronald McDonald Belém
 
No Pará, a filiada que está divulgando a campanha é a Casa Ronald McDonald Belém, instituição sem fins lucrativos, que acolhe crianças e adolescentes com câncer oriundos dos interiores do Pará e de estados vizinhos para tratamento no Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo, na capital paraense. Antes, muitos destes pacientes não aderiam ao tratamento oferecido apenas na capital paraense pelos custos de estadias. E por isso, a Casa Ronald McDonald Belém oferece gratuitamente hospedagem, alimentação, transporte e suporte psicossocial.

"O setembro Dourado é um mês muito importante para nossa instituição, Casa Ronald McDonald Belém, que acolhe crianças e adolescentes com câncer. Lidamos com essas crianças e acompanhamos o tratamento de cada uma. Sabemos da importância do diagnóstico precoce e de como é fundamental que os pais estejam atentos aos sinais e sintomas de suas crianças. E é no mês de setembro que várias instituições de todo país se unem para fazer esse alerta”, relatou Raimundo de Vasconcelos, presidente da instituição.

Sobre a Casa- A casa possui 35 suítes, hospedando 35 famílias, no total de 3.973 acolhimentos desde sua inauguração, em 2012. São nove salas de convivência, brinquedoteca, auditório, refeitório, sala para oficinas de diversas atividades, além de áreas de cunho administrativo.

Setembro Dourado na Pandemia- Antes da pandemia, a maioria dos eventos de divulgação da Casa Ronald Mc Donald Belém eram presenciais, como a exposição de fotografia do ano passado, em uns dos shoppings de Belém. Hoje, a campanha está sendo online, através das redes sociais da Casa Ronald McDonald Belém.

Serviços

Casa Ronald McDonald Belém
Redes Sociais: @casaronaldmcdonaldbelem
Contato para doações: (91) 3281-5130