domingo, 10 de janeiro de 2021

É Verão em casa: bebidas e aperitivos via delivery também prometem estação animada

Drinks pra finalizar, Chopp em growler e aperitivos generosos são opções perfeitas para curtir o período mais quente do ano usando apenas delivery


Quando pensamos no verão, já logo imaginamos muitas combinações de bebidas refrescantes e acompanhamentos deliciosos. Pensando nisso, o Outback Steakhouse apresenta em seu menu opções que prometem deixar esta época do ano ainda mais gostosa. Com dicas para agradar todos os gostos, os consumidores têm a opção de saborear tudo, sem nem precisar sair de casa, pedindo no delivery ou para retirada.

Drinks Outback DIY

A plataforma Drinks Outback DIY traz quatro drinks diferentes, dois compostos pela bebida queridinha do momento, o gin Tanqueray London Dry , e dois à base de vodka Ketel One. As bebidas tem como inspiração o conceito do it yourself – faça você mesmo - e o objetivo é permitir que o cliente aproveite o sabor dos drinks do menu do restaurante sem precisar sair de casa. As opções com gin são o Passion G&T (R$ 38,90), que é composto por um bag com mix de maracujá e outro com laranja, uma garrafinha de gin Tanqueray London Dry, já com a quantidade exata para preparar o drink, e água tônica para fechar com chave de ouro e trazer toda a refrescância que a bebida pede. O outro sabor marcante é o Mango G&T (R$ 38,90), que traz um bag com mix de manga, um bag com laranja e canela, além da garrafinha com Gin Tanqueray London Dry e uma água tônica.

Os apaixonados por vodka podem optar pelo Brazilian Beach Cocktail (R$ 29,90), uma saborosa mistura de kiwis e morangos, inspirada nas famosas praias brasileiras. O kit traz um bag com mix de frutas e uma garrafinha contendo vodka Ketel One. Quem prefere ainda misturas com frutas vermelhas, também vai poder degustar a Aussie Caipiroska Frutas Vermelhas (R$ 29,90) que combina framboesa, morango e amora, enviadas em uma bag contendo o mix de frutas vermelhas, e uma garrafinha de vodka Ketel One.


Chopp Brahma Outback

Já para os amantes de cerveja, os fãs do icônico Chopp Brahma Outback podem saborear a bebida de forma única. A opção vai em um growler customizado reciclável de 1 litro por R$ 29,90, perfeito para dias mais quentes. A bebida é transportada dentro de uma bag com gelo, o que garante que ela chegue na temperatura ideal na casa do consumidor. O chopp é uma das bebidas mais pedidas do restaurante e é uma ótima opção para celebrações e momentos de quebra de rotina, além de harmonizar perfeitamente com diversos pratos.

Box com aperitivos icônicos

Todas as bebidas acima casam perfeitamente com o famoso Mates Box (R$ 184,90) do Outback. Ele é um generoso combo para compartilhar, que traz 15 unidades de Kookaburra Wings (sobreasas de frango empanadas em um mix de temperos Outback servidas com aipo crocante), 10 unidades de Billy Ribs (costeletas de porco regadas com o molho Billabong – um molho barbecue com toque agridoce e gergelim), Pétalas de Bloomin' Onion (pétalas da famosa cebola gigante dourada Bloomin' Onion) e Crispy Chips (batatas fritas em formato chips e temperadas com um mix exclusivo). Percebeu um nome diferente entre os tradicionais pratos do Outback? Porque é uma novidade mesmo, e é exclusiva para o delivery. As incríveis Crispy Chips chegarão à casa do cliente super crocantes. E para completar, o combo também acompanha os molhos Bloom, Billabong, Blue Cheese e Cheese Ranch.


Com um menu bastante variado, o delivery da marca Outback Steakhouse funciona via iFood.

terça-feira, 15 de dezembro de 2020

Em busca de um lar: Histórias de crianças que passaram por Abrigos

Segundo os dados do Conselho Nacional de Adoção (CNA), no Brasil 36,7 mil pretendentes estão na fila de espera pela adotar.

Desenho: Sienny Héria

Nesta matéria, você vai acompanhar um pouquinho das histórias que parecem representar a vivência de crianças e adolescentes brasileiros e brasileiras. Segundo o Conselho Nacional de Justiça- CNJ, 47 mil crianças e adolescentes vivem em abrigos, hoje, no Brasil. E aproximadamente 2.100 vivem em abrigos, no Norte do país. Mas, apenas 8.420 crianças e adolescentes fazem parte do Cadastro Nacional de Adoção – CNA, isso quer dizer que, apenas 17,8% do total nacional, tem possibilidade de encontrar uma nova família. No texto que segue, é garantindo o anonimato das fontes, apenas os nomes dos profissionais legais, assistentes social e psicóloga são reais, assim como os fortes relatos de vida.

"Essa reportagem foi produzida com o apoio da Énois Laboratório de Jornalismo, por meio do projeto Jornalismo e Território".

Casa-Lar, Casa de Acolhimento, Meu Lar, Meu Cantinho... Estas são algumas das denominações usadas para o tão famoso Abrigo, informa Diemerson Amorim, Conselheiro Tutelar de Santa Izabel do Pará. De acordo com o Conselheiro, a palavra Abrigo já traz um certo temor à criança. “Quando ela é informada que irá para um abrigo, fica com receio, com medo. Essas diferentes nomenclaturas são adotadas também, para que essa criança não seja discriminada na sociedade, pelos coleguinhas e até professores na escola, pois a sociedade ainda tem preconceito quando sabe que uma criança está ou veio de um abrigo”, acrescenta.

Desenho: Sienny Héria

De acordo com a Assistente Social do Conselho Regional de Serviço Social do Pará – CRESS/PA, Maria Zolema Costa Furtado, a primazia pela família deve acompanhar todo o percurso realizado pela criança ou adolescente que é encaminhado para Casa de Acolhimento. Esse é um direito garantido pelo Estatuto da Criança e do adolescente – ECA. Para a Assistente Social, o Estatuto é importante, porém precisa está adequado com a realidade. “O Estatuto da Criança e do Adolescente é uma lei transversal, isto é, atravessa todas as políticas setoriais públicas. Assim sendo é de suma importância para assegurar direitos da criança e do adolescente em nossa sociedade. Contudo, é muito importante que o ECA seja adaptado à realidade brasileira, para que assim seus artigos deixem o campo teórico e se concretizem na prática. Promovendo assim, de fato, a garantia dos direitos das crianças e dos adolescentes”, explica Zolema.

Existem Lares de Acolhimentos sigilosos e não sigilosos. Diversos são os fatores que levam uma criança ou adolescente a ser levado para uma Casa de Acolhimento. Assim como, também depende da situação vivida por ela, para se saber se ela será acolhida em um espaço sigiloso ou não.
Jocilene Rodrigues, Assistente Social
do Tribunal de Justiça de Capanema
A Assistente Social do Tribunal de Justiça da Comarca de Capanema, Jocilene Pinheiro Rodrigues, 39 anos, explica que é garantido à criança ou adolescente o sigilo sobre as informações pessoais quando estão ameaçados de morte, nesse caso podem ser inseridos no Programa de Proteção a Crianças e Adolescentes ameaçados de Morte (PPCAAM). Já quando a retirada da criança ou adolescente do seio familiar, é feita por decisão judicial, mediante grave ameaça a proteção integral por situações de negligência, maus tratos, abusos sexuais, entre outros usa-se a medida de Acolhimento Institucional. Esse tipo de acolhimento é uma medida excepcional, que preconiza a brevidade do acolhimento, reúne estratégias das equipes técnicas e da rede socioassistencial com intervenções junto aos pais ou responsáveis, a fim de superarem a condição de risco que demandou o acolhimento, objetivando a reinserção da criança ou adolescente na família de origem ou inserção em família substituta, explica a profissional.

Este é o caso de Amanda, que ainda não tem nem três anos e já foi levada para uma Casa-Lar, em Santa Izabel do Pará. Sua mãe Adriana, que ainda nem completou a maioridade, também passou pela Instituição, quando foi expulsa de casa aos doze anos, por causa da gravidez. Sendo a mais velha de doze irmãos e sem condições de sustentar a filha, viu a menina ser levada pelo Conselho Tutelar para a Casa de Acolhimento.

Adriana e a filha não são as únicas da família com esse histórico. De família desestruturada econômica e socialmente, todos os irmãos da jovem já passaram pela Casa-Lar. Tatiana, a matriarca, é dependente química e os pais das crianças são ausentes ou desconhecidos. Valéria, a segunda filha, que ainda não completou 15 anos, está grávida do primeiro filho.

Vitória Raiol, 6 anos, apesar de ser filha biológica de Tatiana teve um outro desfecho em sua história. Foi legalmente adotada por uma família que a cerca de amor e cuidados. Quando ainda tinha apenas 6 meses, foi entregue para a servidora pública Maria Lediane Faro, 39 anos, professora da rede municipal de ensino na cidade de Santa Izabel do Pará e seu, então esposo, Vagner Raiol. A esta altura, o casal ainda não havia movimentado meios legais para a adoção da criança. Conforme a atual família de Vitória, não foi fácil conseguir sua adoção em definitivo, pois quando a criança estava gordinha e saudável, com 1 ano e três meses, Tatiana veio buscá-la novamente. “Já estávamos completamente apaixonados pela menina, sentíamos muita falta dela e meu ex-marido chorava com saudades”, afirma Lediane.

A nova família de Vitória.
Acima com Lúcia (avó), Lediane (mãe) e Vagner (pai).
Abaixo com os irmãos Maycon e Marlon respectivamente

De acordo com o casal, certa vez decidiram pegar Vitória para passar um fim de semana com eles e quando Vagner foi levá-la de volta foi surpreendido por Tatiana que disse a ele que, se não ficassem com a menina, ela iria abandoná-la na beira da estrada. Decidiram então acionar e Conselho Tutelar e deram entrada no pedido de adoção formal. “Nós não queríamos correr o risco de novamente ficar sem ela, já que é costume a mãe dar os filhos de boca e depois que estão com uma certa idade ir buscar de volta”, afirmaram.

Carollina não teve a mesma sorte. Abandonada pelos pais, passou a infância e parte da adolescência em um Abrigo da Região Metropolitana de Belém. Foi adotada por uma família quando já tinha 16 anos, mas a alegria de ter uma família durou pouco. A mulher que a adotou passou a deixá-la presa em casa, não podia sair nem para estudar e a espancava quando alguma tarefa doméstica não estava de seu agrado. A jovem só teve um pouco de tranquilidade quando os vizinhos denunciaram a situação de cárcere privado. “Por uns dois meses tive paz, mas logo tudo voltou a ser como antes. Ela me batia na cara, pra ficar marcado. Ela não queria uma filha, queria uma empregada doméstica que fizesse as coisas sem ter que pagar. Fugi e fui cuidar de minha vida”, relata Carol, ao dizer que não voltou para o abrigo com medo de que mandassem ela de volta para a família que a adotou.

A psicóloga Dalízia Amaral Cruz, Doutora e pós-doutoranda com pesquisa na área de acolhimento institucional, atua em uma instituição de acolhimento em uma cidade próxima de Belém. Conforme ela, as pesquisas mostram que existem implicações significativas para o desenvolvimento socioemocional e cognitivo de crianças/adolescentes que são retiradas do contexto familiar e acolhidas institucionalmente. Tristeza, choro, dificuldade para dormir, ansiedade, agressividade são alguns dos exemplos. Contudo, os impactos podem ser minimizados se a condução de tal afastamento for realizado, considerando a obrigatoriedade da informação, mas é necessário ter sensibilidade e não ser feita de qualquer forma. 

Dalízia Amaral. Psicóloga, Pós-Doutoranda com
pesquisa na 
área de acolhimento institucional
Para a psicóloga, nenhuma criança ou adolescente deve ser afastado do contexto familiar sem que os pais também sejam informados a respeito da decisão, para que possam juntos com a equipe técnica conversar com a criança/adolescente e explicar o motivo de ser encaminhada para outro ambiente. “Então, penso que na verdade a maior implicação negativa para o comportamento da criança ou adolescente é a forma como são retiradas de suas casas, na grande maioria dos casos, pelo conselheiro tutelar, que constantemente utiliza de subterfúgios (pretextos como forma de evitar dificuldades) para levar a criança/adolescentes para o serviço de acolhimento (Casa-lar ou Abrigo institucional) sem maiores questionamentos. Atitudes como essas, sim, têm impactos negativos no comportamento, e que estão longe de serem ações protetivas. Mas, a experiência do acolhimento, ao ser incorporada como tantas outras experiências, e a partir de um atendimento e acompanhamento qualificados, pode ser reparadora para muitas crianças e adolescentes, que poderão sem amargura contar que uma vez “moraram” em uma casa com outras crianças, adolescentes e adultos”, afirma a Doutora Dalízia.

Esse acolhimento reparador aconteceu com os irmãos Pedro e Paulo. “Quando chegaram aqui eles eram muito estressados, nervosos. Ninguém podia dizer ‘não’ que abriam o berreiro e dava vergonha, medo das pessoas pensarem que estavam apanhando. Agora não, já estão mais tranquilos e mais disciplinados”, afirma dona Lindalva, avó dos gêmeos. Seu Ricardo e Lindalva estão com a guarda provisória dos netos.

Após verificarem que as crianças estavam correndo risco, por causa da negligência da mãe, acionaram o Conselho Tutelar que constatou a veracidade da informação. A justiça decidiu então que, até que a situação se resolvesse as crianças deveriam ficar com os avós paternos.
Desenho: Sienny Héria

    Estamos cuidando deles, mudamos nossas rotinas completamente, mas que avós seríamos se não acolhêssemos eles? Queremos muito que a justiça dê a guarda para o pai, pois a mãe abandonou mesmo eles, não vem nem visitar os filhos. A última vez que veio nem ligou pra eles, só veio porque nós ligamos pra ela vir resolver uma situação de documentos. Ela chegou, assinou e foi embora, nem ligou pros filhos”, informou Ricardo.

De acordo com o Conselheiro Diemersom, quando há uma denúncia o Conselho Tutelar precisa agir imediatamente, para que o direito à proteção da criança ou do adolescente seja garantido. O Estatuto da Criança e do Adolescente - ECA – tem a finalidade garantir os direitos das crianças e dos adolescentes, enquanto que o Conselho Tutelar executa o ECA. Para ele, o fato de muitas pessoas ainda terem uma opinião negativa em torno dessa legislação é a falta de conhecimento. “A população não busca conhecer a realidade do que diz o ECA. Eles pensam que está ali apenas para punir os pais, mas não, está lá para garantir os direitos de seus filhos. O Conselheiro é um executor do ECA, para garantir o direito das crianças e dos adolescentes. O trabalho do Conselheiro dura as 24 horas do dia. A partir do momento que você vê uma situação de negligência e não toma as atitudes você também está sendo negligente”, finaliza.

Texto: Elma Asobrab
Ilustração: Sienny Héria.     


quinta-feira, 3 de dezembro de 2020

Cantora Joelma é embaixadora do McDia Feliz em prol de crianças com câncer no Pará

 Campanha deste ano da Casa Ronald McDonald Belém busca parceiros para a compra solidária.



A cantora paraense Joelma aceitou o convite de ser Embaixadora da edição 2020 do McDia Feliz, evento que ocorre no próximo dia 21 de novembro e tem como objetivo arrecadar  renda para a Casa Ronald McDonald Belém, que acolhe crianças e adolescentes com câncer. Os beneficiários são meninas e meninos originários de municípios do interior do Pará e da capital, que fazem tratamento em Belém.

No McDia Feliz  será possível transformar o lanche Big Mac em sorrisos, já que a renda líquida obtida com a venda do sanduíche mais solidário do mundo é direcionada aos projetos que trabalham em benefício de crianças e adolescentes com câncer.
Em Belém, a instituição está presente há 8 anos, destinada a acolher, temporariamente e gratuitamente, crianças e adolescentes, que estão em tratamento no Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo, na capital.

“Me sinto muito feliz de poder ajudar nesta campanha, quem puder ajudar continue. A instituição precisa demais”, afirma Joelma.
Segundo a cantora, que embala os corações dos brasileiros e de outros países mundo a fora com músicas românticas, estilo calipso, o trabalho da  Casa Ronald McDonald Belém é um trabalho muito importante.

“Eles fazem um trabalho incrível com nossas crianças e adolescentes, não só aqui no nosso Estado, mas nos estados vizinhos também”, elogia a celebridade.

SAIBA MAIS: Instagram Casa Ronald McDonald Belém  

sexta-feira, 30 de outubro de 2020

Casa Ronald McDonald Belém realizará Feira Gastronômica do Bem e terá pratos com ingredientes paraenses.

A feira vai destacar a culinária paraense e o apoio à Casa Ronald McDonald Belém, que acolhe crianças e adolescentes com câncer.

Fotos divulgação

A Casa Ronald McDonald Belém realizará dia 31 de outubro no Shopping Bosque Grão Pará, localizado na capital paraense, a 2ª Feira Gastronômica do Bem que contará com a presença de 15 chefs apresentando pratos feitos com ingredientes paraenses. 

O evento faz parte da maior campanha da Instituição, o Mc Dia Feliz. e tem como objetivo arrecadar recursos para a sustentabilidade da Casa Ronald McDonald Belém. Durante a Feira Gastronômica do Bem, alguns Chefs de Cozinha oferecerão um prato de sua autoria para ser comercializado no local a preço único de R$ 20,00 e os demais farão aula-show, também no valor de R$ 20,00.

Há apenas 30 vagas para as aulas-show e as compras os ingressos poderão ser feitas por plataforma digital (https://www.sympla.com.br/2-feira-gastronomica-do-bem__1028337) ou no dia do evento.

“A primeira edição da Feira Gastronômica do Bem foi um sucesso. Por isso, estamos com a expectativa elevada neste ano, já que ação faz parte da programação do McDia Feliz e a renda arrecada será utilizada na sustentabilidade da Casa Ronald McDonald Belém em 2021”, Liane Gaby, coordenadora da feira e vice-presidente da Casa Ronald McDonald Belém.


A Casa


A Casa Ronald McDonald Belém (CRM) acolhe crianças e adolescentes – de 0 a 19 anos – que saíram de suas cidades para realizar tratamento contra o câncer no Hospital Infantil Octávio Lobo, em Belém. Atualmente, a instituição comporta 35 pacientes e seus acompanhantes, totalizando 70 hóspedes, os quais recebem cinco alimentações diárias, transporte de ida e volta para o hospital, atendimento psicossocial e materiais de higiene pessoal.


Programação:

Stands

10h às 16h- Chef Ruan Garcia com o prato “Arroz Cabloco”.

10h às 16h- Chef Kenny Nogueira com o prato “Orgulho Vigiense”.

10h às 16h- Chef Walney Setúbal Jr. Com o prato “Pirarucu Parauara”.

10h às 16h-Chef Mariza Almeida com o prato “Charuto de couve e Kibe de forno recheado com queijo búfalo do marajo”.

10h às 16h-Chef Clélio Miranda com o prato “Risoto de Rabada com Jambú”.

16h às 22h- Chef Raul Moreira com o prato “Arroz Paraense”.

16h às 22h- Chef Ana Karina Oliveira com o prato “Churros e Casadinhos de chocolate com morangos”.

16h às 22h- Chef Herlander Andrade com o prato “Pirarucu Amazônico”.

16h às 22h- Chef Isabela Lima com o prato “Panceta Suína com farofa de banana da terra”.

16h Às 22h- Chef Rose Moraes com o prato “Penne,Ragú de Pato e queijo do Marajó”.



Aulas-Show

14h- Chef Isabelal Lima com o prato “Pirarucu de Casaca”

15h- Chef Raul Moreira com o prato “Torta Salgada de Vatapá”

16h- Chef’s Leonardo Modesto e Flávio Souza com os pratos “Baião cremoso com mariscos e farofa de tapioca com açafrão da terra” e “Panna cotta de café”

17h- Chef Ângela Sicilia com o prato “Risoto Amazônico”

18h- Chef Verena Aquino com o prato “Linguini com camarão grelhado e molho de melancia”

19h- Chef Herlander Andrade com o prato “Paella Amazônica”

20h- Chef Walaci Wagner Sodré de Morais com o prato “Ostras gratinadas ao molho de tucupi e chicória”


Programação musical

12h - Felipe kurica

15h - Balada kids

17h - Ewerton Diniz

19h - Júnior Almeida

20h - Mayara Cavalcante


Serviço: 1ª Feira Gastronômica do Bem

Dia: sábado, 31 de outubro de 2020

Hora: 10h – 22h

Local: Shopping Bosque Grão Pará

Pratos e aulas-show: R$20.

Informações: (91) 3081-5130


Colaboração: Elma Asobrab
Fonte: Ascom Casa Ronald McDonald Belém

quarta-feira, 21 de outubro de 2020

"Atentado político" tenta calar a voz da Arucará FM em Portel, Marajó.

  A Rádio Comunitária funciona há 20 anos, tem outorga do Ministério das Comunicações e era a única a transmitir o horário político eleitoral

Fotos: Semone Silva

"Um atentado político". Este foi o parecer preliminar da Polícia Civil (PC) de Portel sobre o ato de vandalismo que a A Rádio Comunitária Arucará sofreu na madrugada da última terça-feira (20.10). Localizada na cidade de Portel, no Arquipélago do Marajó, a 264 km da capital paraense, a Emissora de Rádio foi alvo de invasão e teve seus equipamentos todos destruídos.

As câmeras de segurança, que foram destruídas logo após a invasão, flagraram apenas uma pessoa. O meliante vestia camisa vermelha, calça preta e um boné também na cor preta. Estava encapuzado e descalço.

Conforme Semone Moura da Silva, presidente da Associação Comunitária de Comunicação de Portel, os prejuízos estão estimados em R$30 mil com a perda dos computadores, mesa de áudio, microfones, transmissor, cabos e fios. Porém, o maior dano foi causado à população portelense que ficou privada do direito a informação, afirma Semone.

Fotos: Semone Silva

O invasor pichou as paredes do estúdio com as sigla TD2 e CV, além do nome "Comando Vermelho", porém para a PC esta ação foi para despistar os verdadeiros autores e mandantes do delito, uma vez que a facção criminosa Comando Vermelho não tem histórico de atentado contra emissoras de rádio. Os policiais acreditam que a motivação da ação é política, pelo fato da Rádio Arucará ser a única que transmite o horário eleitoral e que agora está impossibilitada.

Ao tomar conhecimento do ocorrido, o senador Paulo Rocha (PT/PA) pediu providências às autoridades contra o que ele considera “um ataque à democracia” e uma “tentativa de calar à população” já que a programação da Rádio Arucará prioriza a discussão e o debate dos problemas da população ribeirinha.

A direção da emissora registrou Boletim de Ocorrência e encaminhou cópia do B.O ao Excelentíssimo Sr. Lucas Quintanilha Furlan, juiz eleitoral responsável pelo Cartório Eleitoral da 044ª Zona Eleitoral - Portel, comunicando a impossibilidade de transmissão do programa autorizado pelo Tribunal Regional Eleitoral.


Texto: Elma Asobrab

segunda-feira, 12 de outubro de 2020

Arco-íris duplo. Os clics e o olhar de fé e esperança de jornalistas no dia do Círio de Belém.

Segundo especialistas, o Arco-íris duplo é um fenômeno raro e é causado pela ‘dupla reflexão’ dos raios de sol dentro da gota de chuva.

Foto: Rosana Pinto

Foto: Paulinho dos Santos















Se um arco-íris duplo é um fenômeno raro, imagine se ele aparece no dia do Círio de Belém, o primeiro sem procissão, em um ano atípico que o mundo passa por uma pandemia e que o Brasil vive um dos seus piores momentos políticos, cheio de polarização e "potoca news". 

Pois é, este ano de 2020 nos trouxe muitas tristezas. Um desgoverno recheado de retrocessos. Uma pandemia (Covid-19) que ceifou milhares de vidas e como consequência um Círio de Belém sem as tradicionais procissões, sem o mar de gente enfeitando as ruas da capital paraense. A 228ª Edição do Círio de Nazaré, com tema “Ave Maria, cheia de graça”, aconteceu no dia 11.10 de forma virtual através dos Meios de Comunicação da Arquidiocese de Belém. 

O triplo evento possibilitou não apenas lindos clics, registrados através do olhar de alguns jornalistas que estavam em Belém, como a reflexão quanto a esperança e fé em dias melhores.

Foto: Carol Pombo

A jornalista Esperança Bessa diz que o arco-íris é a síntese deste Círio. Ele trouxe além da beleza, um significado puro, quase ingênuo, de que há um pote de ouro no fim de tudo. Uma mensagem e tanto nesses tempos que vivemos de tanto medo, doença, morte, desemprego, fome, desesperança. Um Círio em que a gente não viu a Santa, mas que ela mostrou que está lá em cima olhando por nós, complementa. Em resposta à Esperança, a também jornalista Tâmara Monteiro diz que, o arco-íris duplo significa esperança. Sem trocadilhos, afirma. 😉

Fotos: Fernanda Scaramuzzini


Já Dani Franco faz uma análise mais cheia de religiosidade. "Na verdade, o real significado do arco-íris é a aliança de Deus com os homens. O primeiro arco-íris surgiu após o dilúvio universal como uma provas de Deus de que não enviaria um novo dilúvio na Terra. Eu sinto isso nesse arco-íris duplo da Basílica, da cidade. A aliança superior de que, mesmo sem a imagem, a presença divina continua em Belém", explana a jornalista.


Foto: Tâmara Monteiro


Foto: Vlad Cunha

O arco-íris duplo pôde ser visto de vários ângulos da cidade de Belém.  

Texto: Elma Asobrab




quinta-feira, 1 de outubro de 2020

II Edição do Escalando o Futuro acontecerá nesta quinta-feira (01.10) as 18h.

O evento será 100% online e abrangerá universitários de todo os estados brasileiros.


O projeto é uma parceria entre o McDonalds e a Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje) e tem como objetivo descobrir, dar oportunidade e impulsionar futuros jovens talentos da comunicação no país.

O programa é inspirado na iniciativa McHistórias, um livro digital que reúne diversas histórias do Mundo McDonalds. A primeira edição, que aconteceu em 2019, reuniu estudantes universitários apenas de dois estados, São Paulo e Rio de Janeiro. Na edição de 2020, universitários de todo o país poderão se inscrever.

Durante a live, será possível tirar dúvidas sobre como participar do programa, que oferece capacitação na área de Comunicação e prêmio final de R$ 4 mil. 50 participantes serão selecionados e terão a oportunidade de aprender com grandes nomes da comunicação. 

O Escalando o Futuro é um programa destinado aos funcionários do McDonalds, que tenha entre 18 e 26 anos de idade completos até o dia 08 de outubro de 2020, data em que encerram as inscrições ou alunos de graduação da mesma faixa etária que estejam regularmente matriculados em Instituições credenciadas pelo MEC. Os participantes devem residir em território nacional.

No final do processo, os três melhores trabalhos receberão um prêmio de R$ 4 mil e terão a chances de ser produzido com apoio do McDonald’s.

Serviço: 

Para assistir a live tem que fazer a inscrição com antecedência pelo site:





Texto: Elma Asobrab